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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Olá!

Já leu o livro Irmão Negro? Se ainda não leu, não sabe o que está perdendo!

Como nunca é tarde para fazer uma boa leitura, siga as minhas instruções, e tudo vai dar certo:

Para início de conversa, procure o índice deste blog e clique no título "Sugestões de leitura". A página que vai aparecer contém diversas dicas de leitura, sempre com a imagem da capa principal do livro e um resumo da história. Uma das primeiras postagens é um conselho para quem já tem o livro. Leia a mensagem com atenção! Após a leitura, siga rolando a página até encontrar a capa do livro Irmão Negro. Leia a síntese da história. Pronto! Aqui acaba a primeira etapa dessa "maratona".

Já ficou com vontade de ler o livro... Então vamos à segunda etapa: ler o livro! Andei pesquisando, atentamente, neste extraordinário mundo que é a Internet, e acabei encontrando um site que disponibiliza integralmente o livro. O endereço é este: http://www.slideshare.net/ispedy/walcyr-carrasco-irmo-negro

Para evitar erros, copie e cole no seu navegador, em vez de digitar: é mais seguro! Não altere nada no endereço (lá tem escrito "irmo" em vez de "irmão", mas é assim mesmo.). Bom, quando abrir a página, você vai logo perceber uma janela a sua frente com toda a história, incluindo as capas, resumo da história e notas biográficas. Na parte inferior direita da janela, há uma lupa para ampliar o tamanho da fonte e outros recursos. Vá clicando para saber o que acontece, pois os comandos estão em inglês.

Atenção: Caso queira ter o livro em seu computador, há uma solução: copie/cole o endereço http://74.125.47.132/search?q=cache:bN-LkZyV5WEJ:www.slideshare.net/ispedy/walcyr-carrasco-irmo-negro+%22antes+de+come%C3%A7ar+minha+hist%C3%B3ria,+fa%C3%A7o+quest%C3%A3o+de+contar.%22&cd=2&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
No alto da página, à direita, aparece a frase "Versão somente texto". Clicando lá, você tem acesso ao texto, com com possibilidade de copiá-lo/colá-lo numa página do World de seu computador. Só há um problema: a formatação do texto é contínua, ou seja, não há parágrafos, e isso pode dificultar um pouco a leitura. De qualquer forma, o recado está dado. Agora é só aproveitar. Boa leitura!



sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Caríssimos alunos, aqui vai um recadinho para ajudá-los a tirar maior proveito da leitura do livro paradidático "Irmão Negro":

Se você adquiriu o livro em uma livraria, ou seja, se o seu livro é novo, veio com um encarte (uma folhinha) acompanhando-o. Leia essa folha e procure responder as questões nela propostas; você pode fazê-lo oralmente ou por escrito. Por que é importante resolver as questões dessa folhinha? É importante, pois é uma maneira prática de você saber se entendeu bem a história.

No entanto, se você conseguiu o livro por outro meio (comprou em um sebo, pediu emprestado, adquiriu de outra pessoa, etc.) e já o recebeu sem o encarte, há uma solução: acesse o endereço http://www.moderna.com.br/catalogo/encartes/85-16-03544-1.pdf . Lá você terá acesso ao encarte.

Boa leitura, bons estudos, bom proveito!

Prof. Kennedy

quarta-feira, 23 de julho de 2008





SOS ararinha-azul não é apenas mais um livro voltado aos jovens para alertá-los sobre as monstruosidades que são cometidas diariamente no Brasil.
Por meio da ficção, a história fala de fatos reais de forma clara e direta. No livro, a escritora Edith Modesto apresenta o jovem Rafael, um menino da cidade grande que migra para Curaçá, um lugarejo do interior da Bahia, enquanto seus pais decidem passar uma temporada no exterior a trabalho. Na nova cidade, o jovem começa a morar na casa de sua avó.
Ao lado dos amigos locais de Curaçá, Rafael convive com as incríveis barbaridades cometidas contra animais silvestres, vítimas de contrabandistas gananciosos e pessoas simples que desconhecem a gravidade de seus atos. Em SOS ararinha-azul, Edith Modesto chama a atenção dos jovens brasileiros para a realidade insistentemente cruel com as ricas flora e fauna do País.

Em tempo: a edição 1.761 da revista Veja, de 24 de julho de 2002, traz a triste notícia de que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) reconheceu a extinção da ararinha-azul da natureza.
SOS ararinha-azul. Edith Modesto. 142 páginas

DESCRIÇÃO:

Ver as coisas com simplicidade não é tão simples assim. A poesia de Mário Quintana é prova disso. Em seus versos, a vida-nossa-de-cada-dia se revela profunda e bela... Além de divertida. Graças a seu olhar doce, sensível e bem-humorado, este gaúcho está entre os mais queridos de nossa lírica.
Esta antologia, dividida em 4 eixos temáticos, aborda assuntos recorrentes na obra de Quintana: a fantasia em "Paisagens sonhadas", o cotidiano em "O mundo gira", o humor em "Entre risos e espantos" e a metalinguagem em "O criador e a criatura".
O livro, que cobre toda a carreira de Quintana, apresenta uma grande riqueza de temas e de formas. Aqui encontramos sonetos, versos livres, aforismos, haicais, prosa poética... Diferentes modos de expressar uma coisa só: a grandeza desse poeta-passarinho, que nunca passa sem nos levar em suas asas.

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Boa adaptação. É ideal pra ler quando estiver bem perto o Natal.

SINOPSE

Durante toda a sua vida adulta, o avarento Sr. Scrooge detestou o Natal e o comportamento das pessoas nessa época do ano. Agora é novamente véspera de Natal e ele se prepara para "comemorar" a data à sua maneira: mal-humorado e sozinho. Mas fatos estranhos lhe mostram que talvez esteja na hora de ele dar uma oportunidade ao espírito de Natal - antes que seja tarde demais...

Trata-se de uma adaptação da obra original feita por Geraldine McCaughrean. A tradução de Marcos Bagno é primorosa!




SINOPSE


Com texto de Geraldine McCaughrean e apresentação de Ana Maria Machado, a Ática publica, dentro da coleção "O Tesouro dos Clássicos Juvenil", a adaptação de uma das obras centrais da literatura universal: Odisséia, de Homero.
"É muito bom que hoje em dia existam boas adaptações da Odisséia ao alcance dos leitores jovens. Eu não tive essa sorte. Só fui ler a obra de Homero quando já estava na faculdade - e em versão integral", escreve Ana Maria Machado, em sua apresentação.
E a grande escritora brasileira de livros infantis tem toda a razão. Ricamente ilustrada por Victor G. Ambrus e muito bem traduzida por Marcos Bagno, esta primorosa edição da Odisséia traz ainda em sua parte final preciosas informações sobre a Grécia Antiga na seção "Por trás da história".
Na famosa trama, está a figura de Odisseu - ou Ulisses -, rei de Ítaca, que, terminada a também famosa Guerra de Tróia, tenta retornar para casa juntamente com seus vitoriosos homens, dez anos após o início dos embates.
A exemplo de todos os familiares dos que seguiram para guerrear em Tróia, a rainha Penélope, mulher de Odisseu, é obrigada a se resignar e esperar, ao lado do filho Telêmaco, pela volta do rei de Ítaca. Uma espera que se prolongará por muitos anos.
Falar em Odisséia implica discorrer sobre superação de desafios. E não são poucos os que Odisseu e seus homens têm de se desvencilhar. Apenas para citar dois exemplos: os vitoriosos em Tróia tornam-se soldadinhos de chumbo diante do ciclope Polifemo, que, em contrapartida, jamais voltará a ver a luz do sol. Depois, surge a ira do poderoso Posêidon, rei dos mares que, obstinadamente, jura vingança a Odisseu pelo que este fez a Polifemo.
A missão de Odisseu, contudo, é voltar para Ítaca e para os braços de sua rainha Penélope. Ainda que todos os obstáculos pareçam intransponíveis, Odisseu não pensa em outra hipótese a não ser cumprir o seu destino. Mesmo que longos 18 anos se passem.

Odisséia Homero

Adaptação de Geraldine McCaughrean

136 páginas

Não é um livro pesado, ao contrário! A leitura flui e, quando menos se espera, a história chega ao final. Fica só a saudade...


SINOPSE


Ophélia tem quase oitenta anos de idade, é viúva e passa por uma profunda crise pessoal. Sente-se velha, desprezada, doente e acabada. Ao ser obrigada a se aposentar, vê seu mundo desmoronar e percebe que está num beco sem saída. Um dia, quase por acaso, reencontra Araújo, antigo colega de escola e ex-namorado do tempo de infância. A partir daí, a vida dos dois amigos passa por uma inesperada reviravolta. Conversa vai, conversa vem, Araújo e Ophélia decidem voltar a namorar. Cheia de planos, esperança e alegria, a boa senhora parte para reconstruir sua vida, enfrentando o espanto, a preocupação e a raiva de André, seu único filho, mas recebendo o carinho encantado e risonho do resto da família.

Vamos trabalhar com esse livro no 4º bimestre de 2009. Quem lê adora!

SINOPSE

Leo, loirinho de olhos claros, vive com os pais, pensando em arrumar namorada, ou dar um mergulho com os amigos na piscina. Tem bicicleta, turma, futebol e escola. E Sérgio, tem o quê, além de um passado misterioso e o rosto negro como a noite escura? Um dia Sérgio chega de muito longe, e vem para ficar! E Leo deve apresentar seu irmão à cidade grande, que não gosta de pobres, nem de negros.



Lido e aprovado. Inclusive já adotado. Direcionado mais a um público de 6º e 7º anos (Antigas 5ª e 6ª séries)


SINOPSE
Durante duzentos e setenta anos, a família Prates foi a dona do engenho e da mansão das Caravelas. E, durante todo esse tempo, a maldição de Pierre Fenelon, o pirata, pesou sobre a casa, ameaçando expulsar todos os habitantes. Parece que, afinal, em 1990, os Prates estão derrotados, o banco tomará suas terras. A única esperança é que o menino Tonico consiga decifrar o enigma e desfazer a maldição do pirata, nem que tenha de voltar até o tempo em que os corsários franceses saqueavam as aldeias do litoral sudeste do Brasil.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Eta cabra cheio de safadeza esse Malasartes!


Malasaventuras: Safadezas do Malasartes

Pedro Malasartes, famosa personagem do folclore de tantos países, aparece nesse livro em suas aventuras narradas em verso. O autor, Pedro Bandeira, narra seis aventuras de Pedro Malasartes, nas quais a personagem se encarrega de vingar, com astúcia e esperteza, os pobres e humilhados pela arrogância dos poderosos. São aventuras hilariantes bem ao gosto popular, em que as "vítimas" de Malasartes caem em armadilhas engraçadíssimas!


Malasaventuras - safadezas do Malasarte (1985) - Editora Moderna

segunda-feira, 14 de julho de 2008


Alice no país das maravilhas - Lewis Carroll



Alice no país das maravilhas é uma obra cujo fundamento é o realismo mágico. Nela, o fantástico, o abstrato, se fundem com o mundo real concreto. Alice resolve dar um passeio pelo quintal, e encontra um coelho falante andando por lá. O Coelho tem pressa, muita pressa... e entra em um buraco - Alice entra no buraco, também... e vai parar no País das Maravilhas. Lá, ela se depara com um mundo sem sentido cheio de situações intrigantes e criaturas que adoram falar em forma de enigmas. Ela quer sair de lá, mas nenhum ser das Maravilhas parece querer ajudar muito, já que ninguém parece falar coisa com coisa. Desses encontros originam-se diálogos e situações que caracterizam-se pelo inusitado.
Talvez seja este o fascínio que essa narrativa exerce...

Leia um trecho:


"Tome um pouco de vinho", disse a Lebre de Março num tom animador. Alice correu os olhos pela mesa toda, mas ali não havia nada além de chá. "Não vejo nenhum vinho", observou. "Não há nenhum", confirmou a Lebre de Março. "Então não foi muito polido da sua parte oferecer", irritou-se Alice. "Não foi muito polido da sua parte sentar-se sem ser convidada", retrucou a Lebre de Março. "Não sabia que a mesa era sua", declarou Alice; "Está posta para muito mais do que três pessoas." "Seu cabelo está precisando de um corte", disse o Chapeleiro. Fazia algum tempo que olhava para Alice com muita curiosidade, e essas foram suas primeiras palavras. “Se você conhecesse o tempo como eu conheço, disse o chapeleiro, não falaria em desperdiçá-lo, como se fosse uma coisa.”



Charles Lutwidge Dodgson, nome de batismo de Lewis Carroll, foi o autor dos dois livros que falam da menininha Alice: "Alice no País das Maravilhas" e Alice Através do Espelho. Nascido em 1832, Carroll se tornou um reverendo e professor de matemática em Oxford. Tinha um interesse especial por nonsense, jogos de lógica, fotografia e crianças. Faleceu em 1898